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Tributo a Manuel Bandeira, Gregório de Mattos,
Bocage, Guerra Junqueiro, Oscar
Wilde, Glauco Mattoso, Carlos Zéfiro,
João Pequeno, Meia Lua, Fauno Lunar.
Nos anos de
1850, grandes escritores
luminares,
que poderiam
ser Prêmio
Nobel de
Literatura, se nessa
época
existisse, resolveram
escrever Poemas
Pornográficos
para sacanear o Rei, o
Clero, a Política e a
Burguesia.
Alguns foram presos, outros condenados,
mas eles incomodaram e botaram pra foder em cima da sociedade hipócrita da época.
Foi
a melhor forma de protesto esses lindos
poemas em prosa e verso. Muito maneiro,
o Bom Cabrito é àquele que berra e, cada
cachorro que lamba a sua piroca! |
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A
Cópula |
| Manoel Bandeira |
Depois de lhe beijar
meticulosamente
o cu, que é uma pimenta e a buceta, que é um doce, o
moço exibe à moça a bagagem que trouxe: Um membro enorme
e turgescente. Ela toma-o na boca e morde-o,
incontinente. Não pode ele conter-se, e de um jato,
esporrou-se. Não desarmou porém, antes, mais rijo,
alteou-se. E fodeu-a. Ela geme, ela goza, ela sente que
vai morrer. Ai, não queres que eu morra? Grita para o
rapaz, que aceso como um diabo, arde em cio e tesão na
amorosa gangorra. E titilando-a nos mamilos e no rabo
que depois irá ter sua ração de porra, lhe enfia cona a
dentro o mangalho até o cabo. |
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Punheta |
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João Pequeno e Meia Lua |
Certa menina muito galante
Fez a punheta ao seu amante
Foi numa sala de grande luxo
Que a delambida cedeu ao bruxo
O felizardo, com ar de sono,
Sem mais aquela, palpou-lhe o cono,
A delambida, mostrando a greta,
Disse arreitada: Se quiser, meta!
As calças ele desabotoa
E mostra a coisa, que coisa boa!
Ela as mãozinhas põe no caralho,
Sacode, aperta, diz-lhe o bandalho
Começa a história, dando risadas,
Com as mãozinhas logo esporradas
Se o pai soubesse da putaria,
Desse brinquedo não gostaria.
Se a mãe soubesse da vil punheta,
Preferiria que ela lhe desse a greta.
E ela dizia, toda faceira, depois, sem sono:
Grande gozada,
Porra nos dedos,
Dedos no cono! |
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Poema da Buceta Cabeluda |
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A buceta da minha amada
É cabeluda como um tapete persa
É uma Xoxota de Ouro, é um tesão
É cabeluda e linda, e cabe na minha mão
Dedico-te esse poema, ó Dolores
Musa divina, diva doidivanas!
Recebe de presente esse sacana
Bichinho de pelúcia chupador!
Pequenos grandes lábios, um clitóris,
Pentelhos, Secreções. Quentura Mole,
que envolve meu caralho e que engole,
Não saio da buceta até gozar,
Nem que me implore.
Diana, Dinorá, Dolores,
Aranha, Taturana, Ovelha Dolly,
Peluda, Cabeluda, ela me Bole
Na rola, das pequenas às maiores.
Buceta só existe pra aguçar
A fome dos caralhos em jejum,
Mas o final desta estória eu conto agora, a buceta foi feita pra chupar! |
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Fuder
Neste Brasil imenso
Quando chega o verão,
Não há um ser humano
Que não fique com tesão.
É uma terra danada,
Um paraíso perdido.
Onde todo mundo fode,
Onde todo mundo é fodido.
Fodem os velhos, fodem velhas,
fodem cão, fodem cadelas.
E pra ficar com cabaço,
Fodem o cu das donzelas.
Fodem moscas e mosquitos,
Fodem aranha e escorpião,
Fodem pulgas e carrapatos,
Fodem empregadas com patrão.
Os brancos fodem os negros
Com grande consentimento,
Os noivos fodem as noivas
Muito antes do casamento.
General fode Tenente,
Coronel fode Capitão.
E o presidente da República
Fode toda a nação.
Os freis fodem as freiras,
O padre fode o sacristão,
Até na igreja de crente
O pastor fode o irmão.
Todos fodem neste mundo
Num capricho derradeiro.
E o danado do Dentista
Fode a mulher do Padeiro.
Parece que a natureza
Vem a todos nos dizer,
Que vivemos neste mundo
Somente para fuder. |
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Balada do Velho Mané Sinhô |
Estava o velho Mané Sinhô,
Deitado no deserto, de cu aberto!
Chegou um bichinho danado
Cheirou e depois entrou
Dizem que o bicho é pelado,
Mas tem o pé cabeludo,
Roliço, porém nervudo,
Não tem braço nem pescoço,
Não se senta, fica em pé,
E liso que nem mussum,
Carrega os ovos num saco,
Na falta de outro buraco,
Costuma entrar pelo cu,
Não sei dizer o seu nome,
Ou se existe algum capricho,
Negar o nome do bicho,
e só fazer a descrição,
Me diga Napoleão,
Que eu quero ver tão somente,
Pra ver se na minha terra,
Tem esse bicho na serra,
Que entra no cu da gente.
Ora esta duro, ora mole,
Não sei dizer o seu nome.
Diz porém, a dona Chica,
"Se a capa for de pelica,
feita pela mãe natureza,
Pode afirmar com certeza,
Que o nome do bicho é Pica! |
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Bertold Brecht
Há uma rosa linda no meio do meu jardim,
Dessa rosa cuido eu, quem cuidará de mim?
De manhã desabrochou, a tarde foi escolhida
pra de noite ser levada de presente à minha amiga.
Feliz de quem possui uma rosa em seu jardim,
A minha amiga com certeza pensa agora só em mim.
Quando sopra o vento frio e o inverno gela o jardim, eu tenho calor em casa e fico quietinho assim.
Feliz de quem tem o seu teto pra ajudar a sua amiga.
A fugir do vento ruim que deixa gelado o meu jardim |
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Яegovsky Karamazov |
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O Decepcionado |
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Quando o homem atinge a maturidade
achando haver cumprido a sua missão,
ele quer paz. Não é bom procurar
Regovsky Karamazov ou falar-lhe,
fazê-lo ouvir banalidades,
conhece-os todos muito bem.
Deve-se desviar da sua porta,
como se lá ninguém existisse. |
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Antony
Quenn |
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Levantou-se do leito
de morte
e caminhou em direção à janela.
Respirou o ar puro da manhã e
admirou a beleza das montanhas.
Cravou as unhas no parapeito de madeira, relinchou
que nem um cavalo, espraguejou o padre que viera lhe
dar a extrema unção e a todas as religiões do mundo
e então berrou: Homens como eu, deveriam viver mil
anos ! |
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O
Encantador
de Mosca
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Minha professora
estava dando aula, quando de repente
uma mosca começou a rodeá-la. A
professora dava tapas no ar para
espantar a danada da mosca e nada.
Então, muito
solicito, me ofereci para ajudar.
Minha querida professora prontamente
aceitou. Levantei-me e fui até
a frente da turma, levantei o dedo
indicador e a mosca veio pousar
mansamente no meu dedo. Peguei a
mosca e joguei no lixo.
A aula prosseguiu
tranqüila até que nova mosca surgiu
em volta da professora. Ela levantou
o dedo indicador, mas a mosca dava
voltas e voltas, e não pousava no
dedinho dela.
Ela me olhou com
um olhar de desespero, quando então
falei: Professora, se a
senhora não enfiar o dedo no
cu a mosca não pousa de jeito
nenhum! |
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João
Piroca e Faraó Menino |
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Pepeca
ficou doente Piroca foi visitar, Pepeca
mandou Piroca entrar |
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Contabilidade e
Auditoria e Putaria |
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Pássaro
Estropiado |
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Ressurgindo
dos
escombros
e
das
cinzas,
após
experimentar
os
limites
da
dor e do
desespero,
talvez
renasça
um
novo
ser,
que
soube,
ao
descer
as
profundezas
do
inferno,
tentar
readquirir
forças
para
alçar
vôo,
acima
das
humanas
fraquezas.
E
eis
aqui
Regovsky
Karamazov,
o
Pássaro
Estropiado,
olhos
cegos,
coração
descompassado,
mesmo
assim,
tentando
recomeçar
a
voar! |
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Kid
Peroba,
Viado
Velho |
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Honda
750
descarga
aberta |
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Escorrego de Piolho e Aeroporto de Mosquito |
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À direita,
Pinico e Rapazola |
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Religião não define caráter |
| A Fé não dá respostas, só impede perguntas. Somos todos ateus, com os deuses dos outros. Campanha de preconceito contra os Ateus e Agnósticos |
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A
Criação da Xoxota |
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Mario Quintana |
Sete bons homens de fino saber
Criaram a xoxota, como pode se ver:
Chegando na frente, veio o açougueiro.
Com faca afiada deu talho certeiro
Um bom marceneiro, com dedicação.
Fez furo no centro com malho e formão
Em terceiro o alfaiate capaz e moderno.
Forrou com veludo o lado interno
Um bom caçador, chegando na hora.
Forrou com raposa, a parte de fora.
Em quinto chegou sagaz pescador,
Esfregando um peixe, deu-lhe o odor.
Em sexto, o bom padre da igreja daqui.
Benzeu-a dizendo: "É só pra xixi".
Por fim o marujo, zarolho e perneta.
Chupou-a, fodeu-a e chamou-a...
Buceta! |
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O Mito do Caralho
Grande |
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Glauco Mattoso |
O mito do caralho grande é foda
Se dependesse disso, cem por cento
dos homens tinham pinto de jumento
a fim de procriar. Que triste moda!
Convém que executemos uma poda
no excesso desse estúpido argumento.
Um pau menor esporra sem tormento,
na boca e na buceta se acomoda.
Tamanho é documento? Nada disso!
Quanto mais curto, alonga-se o tesão.
Importa é ficar duro e ter serviço.
Meus dotes todos sabem quais são:
um falo diminuto, um cu castiço
e língua de dois palmos
pra lamber o teu cuzão |
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As
Rosas do Cume
No cume da nossa serra
Nós plantamos uma roseira
Quanto mais as rosas brotam
Tanto mais o cume cheira
À tarde quando o sol posto
E o vento no cume adeja
Vem travessa borboleta
E as rosas do cume beija
No tempo das invernadas
Que as plantas do cume lavam
Quanto mais molhadas eram
Tanto mais no cume davam
Mas se as águas vem correentes
E o sujo do cume limpam
Os botões do cume abrem
E o sujo do cume grimpam
Tenho pois certeza agora
Que no tempo de tal rega
Arbusto por mais cheiroso
Plantado no cume pega |
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Anacoreta |
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Oscar Wilde |
Pobre carne senil, vibrando insatisfeita,
a minha se rebela ante a morte anunciada.
Quero sempre invadir essa vereda estreita
onde o gozo maior me propicia a amada.
Seus pêlos cheiravam a mel, e a primeira vez que me beijou a caceta,
entendi que jamais seria anacoreta, não me beijou com a boca,
me beijou com a buceta! |
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Bundas |
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by Meia Lua |
Bunda Bundas
Bundões Cheias, redondas, maduras, Rostos lisos em molduras Bundas, bunda, bundas, Brancas, negras, ditosas De todo jeito, gostosas. Bundas, bunda, bundas, Bunda A, Bunda B Bunda Central, Todas elas, preferência nacional. Tem bunda pra todo mundo, Velha, Nova e Atual. Só não tem bunda pra homem Que não tem duro o seu Pau! |
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Soneto do Epitáfio |
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Bocage |
Lá quando em mim perder a
humanidade
Mais um daqueles, que não fazem falta,
Verbi-gratia - o teólogo, o peralta,
Algum duque, ou marquês, ou conde, ou frade,
Não quero funeral comunidade,
Que engrole "sub-venites" em voz alta;
Pingados gatarrões, gente de malta,
Eu também vos dispenso a caridade:
Mas quando ferrugenta enxada idosa
Sepulcro me cavar em ermo outeiro,
Lavre-me este epitáfio mão piedosa:
" Aqui dorme Bocage, o putanheiro;
Passou vida folgada e milagrosa;
Comeu, Bebeu, Fudeu, sem ter dinheiro |
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Tentei dormir
Meus pensamentos
Passeavam em palmos
E minúcias do teu corpo
Senti nitidamente
Teu peso, teu cheiro e teu hálito quente
Na boca, nos seios, no ventre
O desejo me abrasava, me dominava
Queimava meu sexo, minha intimidade
Quanto mais fogo, umidade
Que exalava aroma de mel
Doce, forte e tentador
Fechei os olhos...
Mergulhei no teu corpo
Penetrando no meu
Com delicadeza
Em ritmadas contrações.
Teci com os dedos meu casulo
Que envolvia sedoso sonho:
Te amar de todos os jeitos
Na exata medida que me possuirias
Dois valentes amantes
Ardentes e indecentes
Rendiam-se mútua e docemente,
De corpo, alma e mente
Até o som gutural
Sair do sexo, do peito da gente.
http://sentimentos-sam.blogspot.com |
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Evaldo Meia Lua e Jana
Jupiter |
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Kama Sutra |
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101 Posições |
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Velho Maluco
▪
Velho Piroca |
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A Velhice é uma Merda |
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Vou contar como é triste, ver a
velhice chegar. Ver os cabelos
caindo vê as vista encurtá. Vê
as perna trumbicando, com
priguiça de andá. Vê o pinto
esmorecendo, sem força pra levantá. As carnes vão sumindo,
vai aparecendo as veia. As vista
diminuindo e crescendo as sombrancêias. As oiça vão
encurtando, vão aumentando as
orêia. Os ovo dipindurando e
diminuindo a pêia. A veíce é uma
doença que dá em todo cristão.
Dói os braço, dói as perna, dói
os dedo, dói a mão. Dói o figo e
a barriga, dói o rim, dói o
purmão. Dói o fim do espinhaço,
dói as corda do culhão. Quando a
gente fica véio, tudo no mundo
acontece. Vai passando pelas
ruas e as minina se oferece. A
gente óia tudo, benza Deus e
agradece, correndo ligeiro pra
casa ou procurando o INSS. É, no
tempo que eu era moço, o sol prá
mim só brilhava. Eu tinha mil
namoradas, tudo de bão me
sobrava. As minina mais bonita
da cidade eu bulinava. Eu fazia
todo dia, chegava o bichim
desbotava. Mas tudo isso passô,
faz tempo ficô pra tráis. As
coisa que eu fazia, hoje num sô
mais capaz. O tempo me robô
tudo, de uma maneira sagaz. Pra
falá mesmo a verdade, nem trepá
eu trepo mais! Quando chega os
setenta, tudo no mundo embaraça.
Pega a muié, vai pra cama,
apalpa, beija e abraça. Porém só
faz duas coisa: Solta peido e
acha graça! |
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Português burro filho da puta |
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Sonia ▪ João Pequeno ▪ Meia
Lua |
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Piter Rachid Rego,
Amor Sem Fim |
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Fazenda São Bernardino Nova Iguaçu 1936 |
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Darcy Ribeiro |
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Fracassei em
tudo o que
tentei na vida.
Tentei
alfabetizar as
crianças
brasileiras, não
consegui. Tentei
salvar os
índios, não
consegui. Tentei
fazer uma
universidade
séria e
fracassei.
Tentei fazer o
Brasil
desenvolver-se
autonomamente e
fracassei. Mas
os fracassos são
minhas vitórias.
Eu detestaria
estar no lugar
de quem me
venceu. |
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Habib
Bibão ▪
Munira
Qaeda
▪ Gibran
Khalil |
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Pela
demarcação
das
Terras
Indígenas |
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Neném Piru |
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Aero Links |
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Eu
leio
Kid
Cabrito
Magazine! |
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Reguinho
Maciste,
Halterofilista |
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VOTE
NAS
PUTAS
PORQUE
NOS
FILHOS
NÃO
DEU
CERTO |
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Meu
Amor
brigou
comigo,
me
deixou
na
solidão |
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Regovsky,
O
Iluminado |
Bertold
Brecht |
Karamazov,
O
Obscuro |
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O Analfabeto Político
O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos
acontecimentos políticos. Não sabe o imbecil que o
custo de vida, o preço do feijão, do peixe,
da farinha, do aluguel, do sapato, do
remédio dependem das decisões políticas. O
analfabeto político é tão burro que se
orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a
política. Não sabe o idiota que, da sua
ignorância política, nasce à prostituta, o
menor abandonado, o assaltante, e o pior de
todos os bandidos, que é o político
vigarista, corrupto filho da puta, lacaio
das empresas nacionais e multinacionais. |
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